Make your own free website on Tripod.com





      São praticamente imortais. O tempo não os afeta. A velhice não os alcança. Uma espada pode decapita-los, ou até corta-los ao meio, mais o lado em que ficou o coração cresce novamente. Um tiro pode perfurar ao meio, e isso dói tanto quanto nos humanos, mas a bala é expelida e a regeneração não demora mais que alguns segundos. Um .38, por exemplo, cicatriza em menos de 10 segundos, enquanto um .457 leva um pouco mais de tempo. Mas isto é relativamente irrelevante. As chamas de uma vela ou de uma superfície muito quente os queimariam como à nós, mas se regenerariam quase que instantaneamente, na mesma velocidade em que são queimados.

     Pelo que sei e acredito, só existem duas coisas que podem destruir um vampiro. Uma fogueira extrema, como a de uma fornalha ou de um crematório, ou uma pira de execução. Consumiriam-nos depressa demais para conseguirmos nos regenerar. Seria uma luta exaustiva. O imortal tentando refazer seu corpo, e o fogo o consumindo de fora para dentro, em velocidade superior. Isso seria realmente terrível. E a outra forma, é a mais aterrorizante que conheço. O Sol. Ninguém ainda descobriu que energia existe em seu vento solar, inofensiva aos vivos, que tanto os afeta. Alguns poucos segundos expostos à sua luz celestial e cada célula de seu cadavérico corpo entra em combustão espontânea, e morrerão em menos de um minuto, como se fossem atirado à mais quente fornalha.

     Quando um vampiro é destruído, sobra apenas o que seria de seu corpo se não fosse conservado pela vampirização. Um vampiro criado à 24 horas se tornaria um cadáver normal. Um de 24 anos seria apenas um esqueleto enquanto aquele de 24 séculos, imagino eu, não seria nada além de pó.